A liberdade e o legado


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Venho construindo uma certa aversão ao obscurantismo. A reflexão me é sedutora e irriga cada músculo e faz fremir os sentidos todos e isso tudo resulta no ponto nadir: o apreço à liberdade!
Tirante a brevidade, qual o sentido da vida se a mesma não for construída sobre a base sólida de um legado?
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A liberdade, pode sim, marginalizar, no sentido de colocar-nos à “margem de (a) (o)”, embora eu prefira acreditar, conquanto me for de direito, que ceder às graças do sistema é no mínimo, maldade para com a nossa capacidade crítica. Funciona mais ou menos assim: tratar bem, para não “adoecer” o seu lado cognitivo.
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Quando menciono a expressão “marginalizar”, tento empregar a ideia de que precisamos ter o cuidado, tão essencial, para não ferir, maltratar, enfim, preocuparmo-nos com o contexto que nos cerca, mas nunca, nunca, deixar de enamorarmo-nos pela reflexão. Ah! Isso sim é gozar da liberdade!
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Transgredir a vastidão do desejo de massa. Exprimir, espremer a feiura. Brindemos à liberdade! Façamos uso-fruto dela e ainda e desse modo, gozemos , até perder a conta…

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9 comentários sobre “A liberdade e o legado

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