Em tempos de Super Lua


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Sabemos todos que o dinheiro tem papel determinante sobre as esferas da vida. Precisa-se dele, para dar o passo certo e o próximo passo. Sinceramente? Nada mais equivocado. Trata-se única e exclusivamente de uma trama criada para a devida manutenção do poder, ou, do “sistema” como preferem alguns. Não insinuo aqui ( até porque seria sandice ), que seja pecado gostar de dinheiro, mas relacionar que para satisfazer nossos mais incautos sonhos, precisa-se bem mais do que “um tostão”, gera uma insatisfação coletiva preocupante. Somos insatisfeitos pela nossa natureza. Acreditamos ou somos levados a acreditar, que merecemos sempre mais. A busca incessante sempre é pelo poder, ter, para ser e nunca doar ( este último não está aí colocado no fim da fila por acaso ). Não se trata só, de saudosismo, até porque acredito que sempre assim o foi. É que preciso continuar acreditando na humanidade, meu defeitinho, fazer o que? Em tempo: Viemos ao mundo com o paradoxo da felicidade. Paradoxal! A dita cuja, habita o “eu interior”, no recôndito da “insustentável leveza do ser” e por isso, nada fácil de “apalpá-la”. Sem fórmulas, embora eu continue na torcida aqui- romântico que só -que possamos refletir o próximo, com olhar cuidadoso, em prismas multicores e poemas dos amores, em prol do essencial. Ah, sim ( assim ); o dinheiro será subjetivo e criaremos outro significado para a expressão “manutenção do poder”.

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2 comentários sobre “Em tempos de Super Lua

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