Ampulheta-me


artigo_71424

frágil como só, como o tempo
mas não posso ir-me agora
preciso de mais, não menos
do espaço astronômico dos ponteiros
não posso permitir ao barqueiro
sobre as àguas de Aqueronte
e sem pagamento, cem anos noite afora
todavia, morro de “anti-horário”
e embaço a vidraça do meu tempo
a que recorro, quero mais
senão, morro, senão morro, eu morro…

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4 comentários sobre “Ampulheta-me

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